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3 Comments

  1. 1

    J. Fernando B. Britto

    Não apenas a temperatura de captação do ar externo na entrada do compressor é relevante, mas também a umidade e qualidade deste ar.
    Durante a compressão do ar ocorrerá, inevitavelmente, a condensação de parte de seu conteúdo de umidade, que precisará ser rapidamente removida por meio de separadores e purgadores de umidade.
    Adicionalmente, todo o particulado aspirado na sucção dos compressores precisará ser removido pelos dispositivos de filtragem do sistema de ar, bem como os condensáveis e partículas de lubrificantes, que irão contaminar e favorecer as incrustações nas tubulações, além de contaminarem o próprio ar comprimido.
    Por estes motivos, modernas centrais de compressão de ar possuem salas climatizadas, dotadas de antecâmaras de acesso e acabamentos sanitários em seus pisos e paredes.
    A tomada de ar externo é feita em local seguro e, muitas vezes dotadas de air handlers com filtragem, resfriamento e desumidificação do ar captado pelos compressores.
    Isso lhes garante uma condição estável de captação ao longo do ano e reduz os custos de manutenção com os dispositivos de pré e pós-filtragem dos compressores, que possuem valor elevado.
    Adicionalmente, o ar mais frio e, portanto, mais denso, propicia maiores deslocamentos de massa pelos compressores, bem como facilita a obtenção das pressões de descarga, reduzindo sua necessidade de resfriamento e consumo. E, a umidade menor reduz desgastes devidos à formação e bombeamento de condensado, facilitando também a obtenção do dew point desejado após os secadores de ar, bem como suas altas demandas energéticas.
    Em outras palavras, como a vazão mássica na pressão de saída dos compressores é determinada pelo pico simultâneo de consumo, ao inserirmos ar mais denso e seco nos compressores que são considerados bombas de volume constante (@ rotação constante), precisamos deslocar menor volume para obter o mesmo deslocamento de massa, permitindo reduzir a rotação dos compressores e, portanto, seu consumo.

  2. 2

    joao

    Por favor esclarecam uma dúvida:
    O AR COMPRIMIDO TEM QUE SER ISENTO DE OLEO…OU O COMPRESSOR DE AR TEM QUE SER ISNETO?
    pois hoje em reuniao com fornecedor, concluimos que é possível ATENDER COM COMPRESSOR LUBRIFICADO, COM OLEO UM AR COMPRIMIDO TOTALMENTE ISENTO, COM CUSTO INFERIOR A 30%, ATENDENDO A ISO 8573-1

  3. 3

    valdecir da silva pereira

    João o grande problema que deparo nestes mais de 20 anos em industrias farmacêuticas é o cliente deixar por conta do fornecedor especificar qual equipamento e tecnologia é o melhor para sua aplicação, isto é um grande erro, pois sempre irá tendenciar o que é mais vantajoso para fornecedor, mas respondendo sua pergunta.
    O Compressor não isento, com filtros coalescente, e demais filtros consegue atender as especificações de qualidade do ar para indústria farmaceutica. Mas possui um agravante, se voe tiver um problema no seu processo de filtração, elevação da temperatura do ar comprimido, voe irá contaminar toda sua rede com óleo contaminando toda sua rede e seu processo e isso é muito GRAVE.
    Inúmeras empresas de grande porte ainda usam compressores lubrificados devido aos custo do equipamento, mas não levam em conta qual o custo de substituição de toda bateria de filtros nececssário para manter a qualidade do ar. Com compressores “Oil free”isto não ocorre,s e tiver mais duvidas me procure.

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