fbpx
sábado, junho 15, 2024
FCE PHARMANotícias

Feira traz soluções em logística, embalagens e atualização profissional para o setor farmacêutico

A edição deste ano da FCE Pharma, que abriu as portas no dia 23 de maio, está mais completa, com diversas inovações e muito conteúdo para visitantes, compradores e expositores. Com o intuito de trazer informações de qualidade e soluções inovadoras para os participantes, a FCE Pharma realizará o 2º Simpósio FCE ANF de Inovação e Ciência Farmacêutica, que tem como mentor o Professor Doutor Lauro Moretto. Resultado da parceria entre a NürnbergMesse Brasil, organizadora da FCE Pharma, e a Academia Nacional de Farmácia (ANF), o simpósio nasceu com a finalidade de incentivar e desafiar os participantes a inovar e criar novos produtos e serviços.

As principais atrações da feira estão abaixo.

24FCE Pharma terá fabricantes de embalagens para fármacos, segmento que cresceu 5,6% em faturamento ao ano entre 2011 e 2015

Entre as soluções no pavilhão, estão as embalagens para medicamentos e produtos farmacêuticos. Segundo o estudo Brasil Pack Trends 2020, elaborado pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) em 2012, esse segmento aumentou 5,6% ao ano em valor e em volume entre 2011 e 2015.

De acordo com o Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/ FGV de fevereiro de 2017, coordenado pela Associação Brasileira da Embalagem (ABRE), só o segmento de cartolina e papel-cartão movimentou R$ 6 bilhões no último ano; embalagens metálicas, R$ 11,2 bilhões; e produtos de vidro, R$ 3,1 bilhões. O valor bruto da produção física de embalagens no Brasil chegou a R$ 64,3 bilhões em 2016, o que representou crescimento de 6,6% sobre 2015. A indústria farmacêutica tem um papel importante nos números, com blisters laminados, cartuchos de papel, cartão e frascos de vidro.

Logística Reversa e IoT são temas de destaque do Espaço Logístico, nas feiras FCE Pharma e FCE Cosmetique

Garantir a integridade do produto destinado ao consumidor final é essencial para as indústrias farmacêutica e cosmética. Para isso, tecnologias como a internet das coisas (IoT – internet of things) já são aplicadas a equipamentos como empilhadeiras, esteiras, máquinas e sistemas de controle de temperatura. Conectados entre si, fornecem informações sobre o ambiente dos armazéns, segurança, operação, movimentação de estoque, entre outros. Além disso, a logística reversa é outra metodologia para assegurar o descarte correto de medicamentos com prazos de validade vencidos.

No Espaço Logístico, um espaço de conteúdo e exposição de empresas especializadas em guarda e transporte de cosméticos e fármacos, desenvolvido em parceria com a Revista Painel Logístico, os visitantes terão acesso às inovações atuais e também à Arena de Conteúdo Logístico, que traz casos de sucesso explicados por executivos de renome.

Entre os palestrantes, estão Luís Maurício Gardolinski, da StarTrade, que fala sobre o aumento de competitividade com desenvolvimento de embalagens e otimização de cargas, apresentando um caso com o conceito out of the box. Também serão apresentadas tendências em equipamentos de intralogística, boas práticas de gerenciamento de risco, entre outros temas igualmente relevantes. Acesse a programação completa neste link. A participação é gratuita para os visitantes.

II Simpósio FCE ANF de Inovação Farmacêutica discute incentivos à pesquisa e propriedade intelectual

Ao longo da tarde de 23 de maio, primeiro dia da feira, o II Simpósio FCE ANF de Inovação Farmacêutica discutirá diversos temas que permeiam a pesquisa do setor no Brasil e no mundo. O encontro é organizado pela Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil / Academia Nacional de Farmácia (ANF) e a programação completa está disponível no site.

O conteúdo do Simpósio está dividido em dois eixos: o acesso aos programas de incentivos e a propriedade intelectual. Também abordará drug discovery, que é a descoberta de novos princípios ativos para o mercado atual. O presidente da ANF, Prof. Dr. Lauro Moretto, responsável pela grade, acredita que o Brasil já se aproxima da realidade regulatória e legislativa de cenários como o europeu, o norte-americano e o asiático. Ações como o Simpósio auxiliam na disseminação de tecnologias e novas pesquisas. “Nosso objetivo é mostrar as novidades das Ciências Farmacêuticas, como novas tecnologias, metodologias, geração de conhecimento novo para eliminar duplicações e ensaios desnecessários”, afirma. Moretto apresenta a sessão final do simpósio, a partir das 16h50, com o tema “A gestão do conhecimento com base nas diretrizes ICH Q12”.

Durante o dia, serão realizados os painéis “Inovação, Propriedade Intelectual e Informações tecnológicas: o que todo mundo deveria saber” (Henry Suzuki, Axonal Consultoria Tecnológica, das 14h10 às 14h40); “Drug Discovery: da modelagem à aplicação de novos fármacos na terapêutica” (Eduardo Pagani, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, das 14h40 às 15h10); e “A Indústria Farmacêutica do futuro com base nos conceitos de Manufatura avançada ou Indústria 4.0” (Jair Calixto, Sindusfarma, das 15h50 às 16h20).

Rastreabilidade:

Um dos assuntos que têm dominado os debates do setor farmacêutico é a implantação de tecnologias de rastreabilidade nas embalagens de medicamentos. Agora, essa mudança ganhou prazos mais definidos. Com as novas regras para o funcionamento do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, a indústria tem o prazo de um ano para a implementação de um sistema experimental.

Um dos padrões oferecidos pela entidade GS1 Brasil, Associação Brasileira de Automação, apoiadora do evento, é o GS1 DataMatrix, código bidimensional que é referenciado pelo órgão regulador como código de barras que será impresso nos rótulos dos medicamentos, contendo informações como GTIN – código de identificação do item padrão GS1, número do registro da apresentação do medicamento junto à Anvisa, número serial, validade e lote. Todos esses dados são exigidos pelo novo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. A GS1 Brasil é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (código de barras e EPC/RFID), e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos.

A lei (13.410/2016) define o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos – que garante a rastreabilidade para o setor farmacêutico – foi publicada em dezembro de 2016, a partir de alterações de legislação de 2009. A partir do novo texto, existe o prazo de um ano para que indústrias possam, em caráter experimental, receber e transmitir dados referentes a, no mínimo, três lotes de medicamentos através de tecnologias como o código bidimensional DataMatrix. Após essa etapa, oito meses serão destinados a análise e correções dessa experiência. Posteriormente, dentro de três anos, o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos deverá ser implementando de maneira integral no território brasileiro.

Serviço

FCE Pharma – Exposição Internacional de Tecnologia para a Indústria Farmacêutica

Data: De 23 a 25 de maio de 2017

Horário: das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 São Paulo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

shares
×