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segunda-feira, maio 27, 2024
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A segurança começa pelo piso

A indústria farmacêutica tem uma série de pré-requisitos que devem ser seguidos para que a sua atividade seja realizada com excelência. Processos longos de testes com medicamentos exigem todo o cuidado com o ambiente em que se trabalha, de forma que não alterem o resultado final dos produtos.

Pisos monolíticos agregam diversos benefícios, como impermeabilidade, planicidade, resistência, durabilidade, isolamento estático ou condutivo, facilidade de manutenção, limpeza e estética. Os Laboratórios Aché, Laboratório Bristol Mayers, Galderma e Hospital Albert Einstein são exemplos de empreendimentos que optaram por algumas destas soluções.

Atualmente, há grande preocupação com a arquitetura infecto-preditiva, ou seja, o ambiente precisa ser asséptico, para que não haja proliferação de bactérias, por exemplo. As superfícies precisam ser laváveis e de fácil manutenção. No caso das salas limpas, a Anvisa possui regulamentações definidas, que variam desde a classificação de ambientes quantos aos níveis de contaminação, técnicas construtivas adequadas a procedimentos operacionais e de teste para verificação de limpeza do ar interior. É necessário um planejamento físico e inspeção de todos os estabelecimentos que tratam diretamente com a saúde humana.

Na indústria farmacêutica, três tipos de pisos são indicados.  O epóxi autonivelante, o piso decorativo full flake e os pisos condutivos e/ou dissipativos, dependendo da área e da necessidade de cada ambiente.

O piso Epóxi Autonivelante é ideal para áreas que requerem muita assepsia, como por exemplo, áreas microbiológicas e salas limpas. Possui resistência superior ao impacto e boa resistência a manchas. Também é possível fazer rodapés arredondados, que facilitam ainda mais a limpeza.

O full flake é sugerido para áreas comuns, como recepções, entradas e salas privativas. Este tipo de piso pode ser personalizado e possui acabamentos lisos, brilhantes, foscos ou com flakes. Também possui grande resistência a choques térmicos e químicos. Possui cura rápida, a aplicação é realizada em apenas 12 horas. A resina é importada da Alemanha e utilizada no mundo todo.

Os pisos condutivos e dissipativos são indicados para áreas de locais de manuseio de componentes eletrônicos ou produtos químicos voláteis. Ambos os ambientes são geradores de energia eletroestática que precisa ser controlada. O piso oferece proteção contra os efeitos da eletricidade e possui resistência mecânica e química.  A “dissipação estática”, em termos de pisos e revestimentos, é possível com a formulação e aplicação de sistemas de revestimentos à base de resina epóxi, onde são adicionadas cargas de carbono e agregados isentos de sílica. É por intermédio desta composição, que o sistema torna-se condutivo e antifaísca por todo o revestimento. O resultado final é de um revestimento com excelente resistência à abrasão.

Fonte: Miaki

www.miaki.com.br

 

One thought on “A segurança começa pelo piso

  • É bom observar que em indústrias farmacêuticas, hospitais, alimentos ou onde se deseja um ambiente limpo, é necessário fazer o rodapé abaulado para evitar o acúmulo de sujeiras nos cantos. fonte: Powerfloor.com.br

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