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terça-feira, maio 21, 2024
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Confiança das famílias avança 12,3%.

NEGÓCIOS: Queda dos juros e da inflação, além da liberação de recursos do FGTS, deixaram os consumidores mais otimistas / Balança comercial fica positiva na 4ª semana de junho.

 

Influenciada pela queda da inflação e dos juros, a confiança das famílias brasileiras voltou a crescer e o comércio começou a revisar para melhor suas previsões de crescimento. Na comparação entre junho e igual mês do ano passado, o nível de otimismo avançou 12,3%. Com esse incremento, o indicador alcançou os 77,1 pontos.

Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e foram divulgados nesta segunda-feira (26). Semelhante a um termômetro, ele vai de zero a 200. Quanto maior a pontuação, melhor o nível de confiança.

O bom desempenho do período ainda levou a uma revisão das perspectivas para as vendas de 2017. Antes, a CNC esperava que o comércio avançasse 1,2% comparado a 2016; agora, a previsão é de alta de 1,4%.

“A confiança, que segue em trajetória positiva em relação ao mesmo período do ano passado, vem sendo conduzida pela melhora das expectativas”, observou Bruno Fernandes, economista da CNC.

Para o economista, esse nível de confiança deve avançar ainda mais. “O início de recuperação das condições econômicas, como desaceleração da inflação, queda dos juros e liberação dos recursos das contas inativas do FGTS, pode levar a uma alta mais consistente das variáveis”, avaliou.

Emprego

Esse resultado da pesquisa é formado com base em avaliações sobre alguns aspectos da economia. A percepção das famílias em relação ao mercado de trabalho, por exemplo, é um desses componentes. Em junho, ele avançou 7,9% frente a igual mês do ano passado, para 107,2 pontos.

Fonte: Portal Brasil, com informações da CNC


Balança comercial fica positiva na 4ª semana de junho.

 

Número é resultado do aumento nas médias diárias de exportações e importações.

As exportações brasileiras superaram as importações na quarta semana de junho. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a balança comercial brasileira ficou positiva em US$ 1,753 bilhão.

O resultado do período foi formado pela diferença entre exportações de US$ 4,880 bilhões e importações de US$ 3,126 bilhões. Entre a terceira e a quarta semanas do mês, as vendas médias para o exterior cresceram 4,5%, enquanto a média das importações foi 2,8% maior na mesma base de comparação.

Esse crescimento foi determinado pelas exportações de produtos básicos (+18,8%), principalmente pelas vendas de petróleo em bruto, carnes de frango e suína, minério de cobre, minério de ferro e soja em grão. 

Em comparação ao mesmo período do ano passado, as exportações cresceram 24,5%, em função do aumento na venda dos produtos básicos (+31,9%), dos semimanufaturados (+28,7%) e dos manufaturados (14,2%). 

Já as importações registraram um aumento de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado, principalmente, por maiores gastos com bebidas e álcool (202,2%), combustíveis e lubrificantes (63,1%), adubos e fertilizantes (39,6%), plásticos e obras (25,4%), veículos automóveis e partes (24,0%) e equipamentos eletroeletrônicos (16,4%).

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

(Editado).

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