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quinta-feira, junho 20, 2024
Segurança dos alimentos

Protocolos e controles em áreas sensíveis BRC FSSC – Necessidade de conhecimento e vigilância sempre

Instalações de fabricação e logística de áreas sensíveis são propícias na proliferação de pragas. Sua presença gera sérios prejuízos para laboratórios, fábricas e produtos, resultando em riscos na saúde e vulnerabilidades na imagem da empresa.

O incremento da preocupação nos temas da Qualidade, Saúde, Segurança e Sustentabilidade, reforça a evolução do Controle Integrado de Pragas, que exige trabalho constante e abrangente, de ações preventivas e corretivas em evitar infestações de pragas sinantrópicas – do ambiente urbano em que convivemos. Conhecer a legislação vigente e os métodos de controle de pragas é fundamental para a sobrevivência e crescimento das empresas envolvidas com alimentos e correlatos. Exigências internacionais Codex Alimentarius, e certificações ISO 22.000, FDA, BRC, FSSC 22.000, são inexoravelmente aplicadas.

Ações de prevenir riscos, perigos e vulnerabilidades em todas as fases é condição básica. Manejo de Pragas Urbanas se integra perfeitamente a programas HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), GAMP / GMP (Boas Práticas de Fabricação), Gerenciamento de riscos, PAS 220, FSMA e Food Fraud, certificação ISO 22.000, GFSI, etc. O problema de infestação por pragas em setores de fármacos, cosméticos, embalagens e áreas sensíveis gera ocorrências críticas. Os procedimentos GAMP exigem protocolos detalhados, nesse aspecto de assuntos regulatórios e documentos externos há recente legislação estadual descrevendo a fundo requisitos de prestação de serviços. A SESA 374, de origem 2015 no Paraná está sendo requerida como condição básica em contratos de serviços profissionais em todo estado.

Interessante é que a tendência inexorável de uniformidade, paridade, gerada há décadas pelas normalizações ISO repercute em protocolos cada vez mais estendidos em todos continentes. Palavra de ordem é a unicidade, cobrada por exemplo pelo FDA como barreira para homologação obrigatória de provedores de produtos aos territórios dos EUA. Sem poucas discussões façamos registro – pois os detalhes FSMA / Food Defense / Food Fraud extrapolam higiene e GMP e atingem vulnerabilidades de ações maliciosas a terrorismo!

Cumpre tais quesitos quem tem interesse de se adequar a um mercado que cedo ou tarde bate a sua porta. É inexorável.

São as Não Conformidades que podem por em terra contratos comerciais. Mídia e redes sociais exploram com insistência casos de contaminação, reforçando só aspectos negativos. Contaminação de alimentos e áreas de saúde é inafiançável e o reflexo de um trabalho mal feito macula para sempre o fabricante e o mau prestador de serviço envolvido que deveria proteger o ambiente e processos.

Temos hoje um dicionário de siglas, expressões, ferramentas, aplicadas a assegurar aos profissionais, recursos técnicos para o controle e manutenção de boa qualidade em tudo aquilo que se faz e se faz bem feito. Estamos detalhando. Clique aqui e confira

Rigorosos padrões de Qualidade, Segurança e Saúde colocam sempre em realce ações preventivas – as legislações federal e estaduais preconizam. Atitudes pró-ativas e conhecimento sobre as pragas são absolutamente imprescindíveis para assegurar um produto e serviço seguro e saudável, íntegro e sem risco. A rastreabilidade exige prestadores de serviço profissionais capacitados, afiliados a entidades idôneas. O Hazard Analysis Critical Control Point (HACCP) é palavra chave hoje. Cabe a todos que buscam ser bons profissionais – aprender – suprir a indispensável necessidade de conhecimento e experiência. Um ínfimo detalhe não atendido leva a perda de produtos, pequena falha compromete instalações e funcionários, jogando na lama imagem e a credibilidade da empresa, além de ações indenizatórias, responsabilidade civil e até fechamento do negócio. Quem não se atualizar nos temas Food Safety terá carreira efêmera !

NOSSO COMPROMISSO ATRAVÉS DO PORTAL BOAS PRÁTICAS

Nossa proposta é promover aprendizado a todos, fomentando ações efetivas – sermos articuladores de diferencial em conhecimento! O cGMP teve nascimento em áreas sensíveis e depois foi capilarizado a setores de alimentação. Atualmente ênfases internacionais de biossegurança, bioterrorismo, dão peso mandatório em qualificação de fornecedores. Para o mercado americano absolutamente indispensáveis!

Qualidade precisa estar fundamentada em sólidos protocolos sanitários. Tais alicerces constituem as Boas Práticas (as famosas Umbrella’s GMP), os PPHO’s (Procedimentos Padrão de Higiene Operacional) ou POPs. A ‘globalização’ técnica soma à ISO 22.000 normas denominadas PAS 220, protocolos mandatórios na certificação de áreas processadoras de alimentos / cosméticos / fármacos e embalagens. Controle Integrado de Pragas (CIP) tem papel fundamental no processamento de áreas sensíveis.

Para quem é profissional – o que presta serviço ou o que ‘toma’ o serviço, cobra e controla a eficácia de resultados, hoje por exemplo precisa conhecer o que fala e descreve uma norma internacional de certificação BRC, no capítulo referente a Controle de Pragas. Se a empresa tem origem europeia, vai pedir nivelação de exigências no Brasil similares a norma da Comunidade Européia UNIEM 16.636, também de 2015!

Um medicamento, suplemento, cosmético, produto ou serviço íntegro e saudável não pode permitir risco de infestações. Ou ‘não atender’ a uma padrão porque se desconhece – é atestado de incompetência. Certificações e validações em saúde, HACCP, não se faz sem GMP – Boas Práticas.  E GMP GAMP não se atinge sem um Controle de Pragas Sinantrópicas detalhado e eficaz. Pense Nisso!

 Aguarde mais informações em nossa coluna ‘Segurança dos Alimentos’

Prof. José Carlos Giordano – JCG Assessoria em Higiene e Qualidade
umbrellagmp@terra.com.br
11 9.9977-5949

www.jcgassessoria.com.br

 

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