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quinta-feira, fevereiro 29, 2024
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ABRAVA e SINDRATAR juntos em realização de seminário PMOC

O Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado de São Paulo (SINDRATAR-SP) e a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), promoveram no dia 16 de abril o Seminário PMOC – Entenda a Lei que Obriga a Manutenção de Ar-Condicionado em Edifícios de Uso Coletivo. O evento, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), reuniu engenheiros, técnicos e especialistas das várias áreas que integram a cadeia.

O presidente do SINDRATAR-SP, Carlos Eduardo Trombini, destacou o papel do Sindicato durante o processo de aprovação da Lei 13.589. “Não medimos esforços para que esse projeto virasse lei. Compareceram mais de 300 pessoas. Isso é muito importante, para muitos o sistema de refrigeração, de climatização é pouco conhecido. As pessoas falam de ar condicionado, não falam de climatização. Conseguimos abrir um canal de comunicação, de multiplicação da informação e isso é o mais importante”.

Para o presidente da ABRAVA, Arnaldo Basile, esse tipo de evento serve para mobilizar os empreendedores, proprietários, CEOs, gestores de empreendimentos de uso público ou de acesso público, para tomar conhecimento do que é a lei do PMOC. Ele explica que vários eventos estão sendo realizados buscando atingir o objetivo de divulgar a lei, sempre com o apoio das demais entidades.

O Seminário contou com as participações do engenheiro Leonardo Cozac, especialista em qualidade do ar interno, que abordou “Qualidade do Ar em Ambientes Climatizados e os Efeitos Legais do PMOC”, e o engenheiro Arnaldo Parra, engenheiro mecânico, de refrigeração, de ar condicionado e segurança do trabalho, que apresentou os “Os efeitos legais do PMOC”. A mediação foi do advogado da ABRAVA e SINDRATAR-SP, Paulo Rosenthal.

Leonardo Cozac procurou mostrar para o mercado de ar condicionado, que existe um valor agregado em investir em uma boa manutenção. “A empresa que investe dinheiro nisso vai ter retorno em aumento de produtividade e redução de custos médicos. Então o recado que tenho é que isso não é custo para as empresas, mas um benefício se for bem feito.”

Tendo feito vários eventos pelo país ele ressaltou o número de participantes. “Acho que isso é graças à força das Entidades agindo em conjunto. O nível de perguntas mostra que o pessoal já conhece o assunto, não é leigo. Lógico que sempre tem questões pontuais, mas cada dia que passa sinto uma evolução grande no mercado.”

Parra ressaltou o grande serviço que as Entidades estão prestando para o setor. “À medida que conseguimos divulgar cada vez mais essas informações, as pessoas têm a possibilidade de adquirir mais consciência sobre a importância que uma boa qualidade do ar pode trazer para o seu dia, para sua saúde, conforto e bem-estar.”

Ele destacou o nível do público, bastante informado sobre o tema. Durante a palestra, além de falar da lei do PMOC o palestrante apresentou outras legislações que podem ser aplicadas quando se trata de poluição do ar, e ressaltou o grau de responsabilidade do especialista que assina o PMOC.

O mediador, Paulo Rosenthal, destacou a importância de levar ao setor cliente e ao público em geral, tudo aquilo que já existia em termos de PMOC e qual a expectativa frente à nova lei. “Percebemos que o público veio com perguntas no aspecto operacional do PMOC. Então você repara que a maior parte é de engenheiros mesmo e de gestores dessas áreas responsáveis pelo PMOC.”

O deputado Arnaldo Faria de Sá não pode participar de todo o evento, mas fez questão de passar rapidamente para cumprimentar o setor. Ele lembrou as dificuldades para a aprovação da Lei, mas ressaltou que o mais importante era a preocupação com a saúde da população.

Faria de Sá comentou sobre o veto feito pelo governo, em relação à responsabilização pela elaboração do projeto, mas ressaltou que está à disposição, caso o setor queira fazer alguma revisão ou complementação da legislação.  “Não quero assustar ninguém, quero chamar atenção de todos. É irresponsabilidade o que hoje em dia está sendo feito na questão do ar condicionado.”

Entidades apoiadoras: Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração; Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), Associação Brasileira se Normas Técnicas (ABNT), Associação Brasileira de Engenharia em Sistemas Prediais (Abrasip) Associação Brasileira de Facilities (Abrafac), Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência das Instalações (Abrinstal), Crea-SP, Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (Fenemi), Sociedade Internacional de Engenharia Farmacêutica (ISPE), Sociedade Brasileira de Controle e Contaminação (SBCC), Sindicato da Indústria de Instalação Elétrica, Gás, Hidráulica e Sanitária do Estado de São Paulo (Sindinstalação), Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo.

Fonte: www.abrava.com.br

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